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	<title>Geocenter Consultoria</title>
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	<description>Estudos em Meio Ambiente</description>
	<lastBuildDate>Thu, 30 Jan 2020 21:48:20 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Geocenter Consultoria</title>
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	<item>
		<title>Brasil tem potencial técnico de geração de energia eólica no mar de 700 GW, de acordo com a EPE</title>
		<link>http://www.geocenterconsultoria.com.br/2020/01/30/brasil-tem-potencial-tecnico-de-geracao-de-energia-eolica-no-mar-de-700-gw-de-acordo-com-a-epe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laura Gross]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Jan 2020 21:48:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O principal local para a instalação de eólicas no mar no Brasil é o Nordeste, com 68% de potencial de aproveitamento dos ventos no mar. A Região Sul também apresenta potenciais positivos, bem como o Sudeste. .</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo a EPE, vinculada ao Ministério de Minas e Energia, o potencial técnico de geração de energia eólica do Brasil no mar é de 700 GW. O documento foi elaborado após seis processos de licenciamento ambiental para a construção de usinas eólicas no mar (eólicas offshore) terem sido abertos no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), todos em fase de licenciamento prévio.</p>
<p>Segundo Barral, a EPE percebeu que havia lacunas de informação sobre as eólicas offshore e barreiras para que essa fonte de energia se apresentasse de forma competitiva no Brasil. O mapa se baseia em experiências no exterior, em especial na Alemanha, Reino Unido e China e aponta onde estão as barreiras e as possíveis linhas de ações para remover essas dificuldades. “Um raio X de onde estamos e para onde podemos ir”, disse Barral. O próximo passo será identificar os investidores públicos e privados que podem desenvolver essas ações.</p>
<h2>Potencial</h2>
<p>O estudo da EPE apurou que quanto mais distante e mais profundo, maior é o potencial técnico de geração de energia eólica no mar e maior também o custo associado. Embora alguns países estejam explorando energia eólica a profundidades maiores, o mapa indica que a tendência é por profundidade da lâmina d’água de 50 metros. Nesses locais, o potencial técnico é de 700 GW.</p>
<p>O principal local para a instalação de eólicas no mar no Brasil é o Nordeste, com 68% de potencial de aproveitamento dos ventos no mar. A Região Sul também apresenta potenciais positivos, bem como o Sudeste, disse Barral.</p>
<p>Dos seis projetos com pedido de licenciamento prévio no Ibama, três mostram potencial de geração de 3 GW cada. São o Complexo Eólico Marítimo Jangadas, no Ceará; o Complexo Eólico Maravilha, no Rio de Janeiro; e o Complexo Eólico Marítimo Águas Claras, no Rio Grande do Sul, todos da empresa Neoenergia.</p>
<h2><strong>Problemas</strong></h2>
<p>Barral explicou que um fator que eleva o custo é a conexão com o sistema na costa e sua integração com o sistema interligado. Outros problemas envolvem a adaptação da indústria nacional para atender à eólica offshore em termos de escala, ou seja, da maior dimensão para os equipamentos atualmente usados nas usinas em terra, a infraestrutura dos portos e embarcações para atender à demanda das eólicas offshore, assunto que poderá envolver a Marinha.</p>
<p>O presidente da EPE enxergou como positiva a abertura de consulta pública pelo Ibama sobre o licenciamento ambiental para essas usinas, tendo em vista o ineditismo no Brasil desse tipo de investimento. Ele avaliou que o fato de estarem no mar, a princípio, não traz nenhuma questão que não possa ser superada, mas admitiu que, como se trata de zonas costeiras que são mais populosas, poderá haver conflitos com outras áreas, como o turismo, mas que devem ser superados.</p>
<p>O trabalho contou com parceria da Marinha, do Ibama e da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), e teve apoio do Banco Mundial (Bird), da agência de cooperação alemã e da Embaixada Britânica.</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Comitiva da Secretaria do Meio Ambiente e da Fepam visita central hidrelétrica na serra</title>
		<link>http://www.geocenterconsultoria.com.br/2019/12/12/comitiva-da-secretaria-do-meio-ambiente-e-da-fepam-visita-central-hidreletrica-na-serra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laura Gross]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Dec 2019 00:36:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo Cazuza Ferreira foi constituído através da sociedade entre as empresas Certel, Coprel e Geocenter</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma equipe técnica de servidores da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema) e Fundação de Proteção Ambiental (Fepam) fez uma visita à Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Cazuza Ferreira, em São Francisco de Paula, nesta terça-feira (10/12). O objetivo da incursão foi conhecer o empreendimento, suas potencialidades e as ações de educação ambiental desenvolvidas.</p>
<p>Construído junto ao Rio Lajeado Grande, o empreendimento opera desde 2016. Com um investimento de R$ 34 milhões, tem potência instalada de 9100 quilowatts, capaz de produzir energia limpa para 30 mil pessoas. Durante sua implantação, gerou cerca de 120 empregos.</p>
<p>Além de gerar energia, a PCH abriga um Centro de Educação Ambiental (CEA), aberto à visitação. Alunos de escolas próximas, assim como estudantes de graduação e pós-graduação da região são beneficiados.</p>
<p>O CEA é responsável pelo desenvolvimento de programas ambientais, como o Programa de Recuperação de Áreas Degradas e Controle de Processos Erosivos, Programa de Monitoramento da Fauna Silvestre, Programa de Gerenciamento de Resíduos Sólidos e Efluentes, Programa de qualidade de Água e Monitoramento de Plantas Aquáticas, Programa de Monitoramento Hidrológico, Programa de Conservação da Área de Preservação Permanente e o Programa de Controle e Erradicação de Espécies Exóticas Invasoras.</p>
<p>Para Lilian Zenker, coordenadora da Assessoria de Educação Ambiental da Sema, “a educação ambiental dentro de uma estrutura de hidrelétrica é muito importante por oportunizar educadores a trabalharem questões como qualidade e quantidade da água, produção e consumo de energia, além de quantificar isso ambientalmente e socialmente”. Para Lilian, existem diversas possibilidades de se trabalhar a fauna e a flora existentes na PCH, levando isso para dentro da sala de aula.</p>
<p><strong>Segundo o diretor da Consultoria Ambiental Geocenter, Júlio Moretti Gross, o Grupo Cazuza Ferreira &#8211; constituído através da sociedade entre as empresas Certel, Coprel e Geocenter-, cultiva a troca de experiências. “O espírito do cooperativismo é a razão para o empenho em atrair pessoas a conhecerem a PCH, desmistificando questões como o conceito de uma hidroelétrica, diretamente ligado a educação ambiental”, afirma.</strong></p>
<p>Além de Lilian, participaram da visita o diretor técnico da Fepam, Renato Chagas e Assis Tadeu Barbosa Velho, assessor do gabinete da Sema.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Primeira usina hidrelétrica da América Latina completa 130 anos</title>
		<link>http://www.geocenterconsultoria.com.br/2019/09/29/primeira-usina-hidreletrica-da-america-latina-completa-130-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laura Gross]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2019 01:39:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fundado em 1889, em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, Marmelos é considerado o primeiro grande parque gerador de energia do Brasil e da América do Sul</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Complexo Hidrelétrico de Marmelos completou 130 anos na última quinta-feira, dia 5. Fundado em 1889, em Juiz de Fora, na Zona da Mata mineira, Marmelos é considerado o primeiro grande parque gerador de energia do Brasil e da América do Sul. Hoje, as instalações que foram um marco para o desenvolvimento do setor elétrico nacional abrigam um museu e ainda geram energia com as águas do Rio Paraibuna.</p>
<p>Idealizada pelo industrial Bernardo Mascarenhas – também fundador da Companhia Mineira de Eletricidade –, a Usina de Marmelos tinha o objetivo de fornecer energia à fábrica têxtil do empresário e modernizar as vias públicas de Juiz de Fora, até então iluminadas por lamparinas.</p>
<p>Segundo o gerente de Manutenção de Ativos de Geração Centro Sul da Cemig, William Serrano, após a construção das centrais hidrelétricas Marmelos I, IA e II, a pioneira Marmelos Zero teve suas operações interrompidas em 1896. “Os avanços da engenharia permitiram que novas plantas fossem desenvolvidas, de forma a aproveitar melhor a vazão da Cachoeira dos Marmelos, que inspirou o nome do complexo. Mas isso não tirou o brilho de Marmelos Zero, que contribuiu muito parar alicerçar o polo industrial da Zona da Mata no final do século 19”, argumenta.</p>
<p>A Cemig adquiriu o complexo com as pequenas centrais hidrelétricas em 1980. Três anos mais tarde, após restauração, o prédio da Usina de Marmelos Zero foi tombado pelo Patrimônio Histórico, Artístico e Cultural de Juiz de Fora e transformado em espaço cultural.</p>
<p>“O mais interessante é que, apesar de centenárias, as estruturas ainda produzem energia que é disponibilizada no Sistema Interligado Nacional (SIN). Hoje, a Usina Marmelos conta com uma potência instalada de 4,8 MW (megawatts), que seria suficiente para atender ao consumo de aproximadamente 13 mil residências”, ressalta William.</p>
<p><strong>Visita ao passado</strong><br />
Após ser transformado em espaço cultural em meados dos anos 1980 e virar um museu, Marmelos Zero se tornou um destino popular especialmente entre estudantes, pessoas interessadas em engenharia, e turistas que visitam a região.</p>
<p>“O museu abriga um rico acervo com itens que contam a história da energia e da usina. É uma visita ao passado. Todos ficam fascinados durante o passeio. Para nós, da Cemig, é satisfatório proporcionar essa experiência à população. Conhecer o caminho percorrido pela eletricidade, da sua geração nas turbinas até a entrega nas residências, contribui inclusive para o uso mais consciente da energia”, acrescenta o gerente.</p>
<p>Entre 2014 e 2015, o museu passou novamente por uma ampla reforma. O local foi reaberto à visitação em janeiro deste ano. O museu recebe visitas duas vezes ao mês, mediante agendamento online no Portal Cemig.</p>
<p>Foto: Cemig / Fonte: Jornal da Cidade de BH</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Coprel inaugura ampliação, modernização e automação da Usina Cascata do Pinheirinho</title>
		<link>http://www.geocenterconsultoria.com.br/2019/09/29/coprel-inaugura-ampliacao-modernizacao-e-automacao-da-usina-cascata-do-pinheirinho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laura Gross]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2019 01:13:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Geocenter realizou a supervisão ambiental, ictiofauna e acompanhamos a ampliação da CGH</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A CGH Cascata do Pinheirinho, primeira usina da Coprel, adquirida em 1993, e que marcou o início da trajetória da cooperativa na área de geração de energia, foi ampliada, modernizada e automatizada. O resultado do investimento de mais de 4 milhões de reais foi apresentado para a comunidade ibirubense e regional na manhã desta quinta-feira, dia 26 de setembro. A solenidade de inauguração foi realizada na usina, na localidade do Pinheirinho, interior de Ibirubá/RS, com a presença da direção da Coprel – presidente Jânio Vital Stefanello, vice-presidente Elso Scariot e secretário Décio Floss, conselheiros de administração, fiscal e consultivos, cooperantes, colaboradores, fornecedores de materiais e serviços, moradores da localidade, presidente e representantes de cooperativas, e lideranças municipais e regionais, incluindo o prefeito de Ibirubá Abel Grave, prefeito de Saldanha Marinho e presidente do COMAJA, Volmar Telles do Amaral, e o diretor de energia da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Infraestrutura, Eberson Thimming Silveira.</p>
<p>O objetivo da ampliação da CGH Cascata do Pinheirinho foi aplicar a tecnologia existente hoje para aproveitar todo o potencial de geração hidrelétrica do rio, com a instalação de mais uma turbina, gerador e limpa-grades. Foi feita a instalação de pórtico e talha para o transporte de equipamentos e abertura das comportas. A Coprel também realizou adequações na estrutura física da casa de máquinas e barragem, aumentando ainda mais a sua segurança. Outra importante melhoria foi a implantação do telecomando: com a instalação de internet 100% fibra ótica da Triway, toda a operação da usina agora está automatizada, sendo realizada diretamente pelos técnicos e engenheiros no Centro de Operação do Sistema – COS, na sede da Coprel. Este conjunto de obras totalizou um investimento de R$ 4.302.282,24. </p>
<p>A potência instalada da CGH Cascata do Pinheirinho foi aumentada de 0,52MW para 0,88 MW. Ainda assim, se enquadra na classificação da ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica, como CGH (Central Geradora Hidrelétrica), que são usinas com geração de até 5 MW de potência, com baixo impacto ambiental.</p>
<p>Em seu pronunciamento na inauguração das obras, o presidente Jânio Vital Stefanello destacou a importância do investimento. “Este dia é muito especial para a Coprel Geração e Desenvolvimento. Inaugurar um investimento superior a 4 milhões, elevando em quase 70% o potencial de geração de energia sem impacto ao meio ambiente, em uma usina que já possui 26 anos de funcionamento, demonstra o quanto valorizamos a geração limpa e renovável, o potencial da nossa região e dos nossos recursos. A realização desta obra também demonstra a qualificação da nossa equipe Copreliana, sempre atenta aos avanços tecnológicos e inovações existentes no mercado de geração e distribuição de energia, propondo melhorias após muitos estudos, avaliações técnicas e financeiras, e principalmente, com responsabilidade socioambiental”. </p>
<p>A CGH Cascata do Pinheirinho é um exemplo de que a geração hídrica continua sendo uma matriz energética muito importante, tanto nos quesitos econômicos quanto ambientais. A pequena usina não consome água do rio – a água apenas passa pela turbina e segue seu curso normal. Também não possui reservatório – o rio fica quase que em sua totalidade dentro da sua própria calha, assim, praticamente não há geração de áreas alagadas. A beleza do local (cascatas, flora e fauna) é preservada, pois além de possuir baixo impacto ambiental, todo o processo de licenciamento envolve planos de conservação de áreas de preservação permanente. A capacidade instalada da Usina Pinheiro é suficiente para atender atualmente 800 famílias. </p>
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			</item>
		<item>
		<title>Instituto registra aumento de 15% de desmatamento da Amazônia em um ano</title>
		<link>http://www.geocenterconsultoria.com.br/2019/08/18/instituto-registra-aumento-de-15-de-desmatamento-da-amazonia-em-um-ano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laura Gross]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Aug 2019 01:01:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Imazon, que faz monitoramento a partir de satélites, apontou que, apenas em julho de 2019, a destruição das florestas somou 1.287 km²</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Sistema de Alerta de Desmatamento (SAD), divulgado pelo Imazon, detectou um aumento de 15% no desmatamento da Amazônia Legal em um ano. O crescimento refere-se a comparação entre agosto de 2018 e julho de 2019 com o mesmo período do ano anterior.</p>
<p>Apenas em julho de 2019, mês que fecha o calendário oficial do desmatamento, a destruição das florestas somou 1.287 km², segundo o Imazon. Isso representa um aumento de 66% em relação ao mesmo mês de 2018.</p>
<p>O Acre, que tradicionalmente não costuma aparecer na lista dos estados que mais desmatam, ocupou a terceira posição do ranking, com um aumento de 257% no mês.</p>
<p>O SAD é uma ferramenta de monitoramento, baseada em imagens de satélites, desenvolvida pelo instituto Imazon para reportar mensalmente o ritmo do desmatamento e da degradação florestal da Amazônia.</p>
<p>O Imazon é um instituto nacional de pesquisa, sem fins lucrativos, composto por pesquisadores brasileiros, fundado em Belém há 29 anos.</p>
<p>Na última semana, Alemanha e Noruega, dois grandes doadores para projetos de conservação da Amazônia, congelaram recursos com estes fins diante do desmatamento que a região sofre.</p>
<p><strong>Confira as principais áreas desmatadas</strong><br />
Entre agosto de 2018 e julho de 2019, foram registrados 5.054 km² de desmatamento. Os estados que lideram o ranking do período são Pará, Amazonas e Mato Grosso.</p>
<p>Os municípios com maiores áreas desmatadas, em julho de 2019, foram Altamira (128 km²) e São Félix do Xingu (96 km²), no Pará, e Porto Velho (78 km²), em Rondônia.</p>
<p>A Unidade de Conservação com a maior área desmatada (82 km²), em julho de 2019, foi a Área de Proteção Ambiental Triunfo do Xingu, no Pará. Em Rondônia estão localizadas as outras duas Unidades de Conservação com maior área desmatada no mês: Florex Rio Preto-Jacundá e Resex Jaci-Paraná que perderam 40 e 25 km², respectivamente.</p>
<p>Outro ponto de alerta é o desmatamento em Terras Indígenas. As três áreas indígenas mais desmatadas em julho ficam no Pará: as reservas Apyterewa e Trincheira Bacajá, ambas no sudoeste do estado, e a reserva Ituna/Itatá, no sudeste do Pará.</p>
<p>Através do Sistema de Alerta do Desmatamento (SAD), o Imazon realiza, há mais de uma década, o monitoramento e divulgação de dados sobre o desmatamento e degradação da Amazônia Legal.</p>
<p>Fonte: O Globo</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Agência Nacional de Águas realiza na capital curso de Inspeção em Segurança de Barragens</title>
		<link>http://www.geocenterconsultoria.com.br/2019/08/18/agencia-nacional-de-aguas-realiza-na-capital-curso-de-inspecao-em-seguranca-de-barragens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laura Gross]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Aug 2019 00:43:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.geocenterconsultoria.com.br/?p=699</guid>

					<description><![CDATA[<p>Relatório de vistorias vai ser divulgado em agosto</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A segurança de barragens é um assunto que ganhou ainda mais atenção de órgãos fiscalizadores depois do rompimento de estruturas de rejeitos em Minas Gerais. Desde então, o Rio Grande do Sul reforçou o compromisso de reforçar a fiscalização para evitar que acarretem riscos à população e ao ambiente.</p>
<p>Por ser um dos Estados com maior número de barragens de uso múltiplo no país, são cerca de 10 mil, o Rio Grande do Sul foi escolhido pela Agência Nacional de Águas (ANA) para ser a sede, na região Sul, do curso de Inspeção em Segurança de Barragens.</p>
<p>Voltado para empreendedores, fiscalizadores e integrantes da Defesa Civil, o curso é realizado até sexta-feira (9/8). Em razão do evento, o atendimento técnico da Divisão de Outorga e Fiscalização da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema) voltará ao normal na segunda-feira (12/8).</p>
<p>Para André Petry, especialista em recursos hídricos da ANA, o importante é divulgar o conhecimento em todos os lugares do Brasil. Com as informações, será possível fazer um “diagnóstico e chegar à conclusão se existe algum problema e que ações tomar para resolver e evitar previamente um acidente e seus danos”, afirma.</p>
<p>Integrantes de órgão fiscalizadores do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina participam do curso que tem como instrutor o engenheiro civil e especialista em segurança de barragens Ruben José Ramos Cardia.</p>
<p>Para o major Carlos Alberto de Aguiar Júnior, coordenador da Defesa Civil Metropolitana, “é importante cada vez mais estar preparado e entender mais sobre essa estrutura da fiscalização”.</p>
<p><strong>Relatório de vistorias vai<br />
ser divulgado em agosto</strong></p>
<p>O diretor do departamento de Recursos Hídricos da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura, engenheiro civil Paulo Paim, reforça que a realização do curso é a retomada da parceria entre o Rio Grande do Sul e o governo federal e ressalta a importância deste tipo de treinamento. “Neste ano vamos iniciar um processo de capacitação do cidadão, dos proprietários que têm uma pequena barragem e muitas vezes não sabem se a estrutura apresenta riscos ou não”, acrescenta Paim.</p>
<p>Ainda neste mês, está prevista a divulgação do relatório referente à primeira fase da vistoria realizada pelos técnicos da Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura em barragens com outorga do Estado.</p>
<p>Depois dos rompimentos de barragens em Minas Gerais, uma das medidas adotadas pelo RS foi a criação do Grupo de Trabalho de Segurança de Barragens do Departamento de Recursos Hídricos e Saneamento (DRHS). Criado em junho, o grupo realiza vistorias contínuas em barragens outorgadas com o objetivo de reduzir riscos de acidentes e suas consequências. &#8220;A finalidade é informar sobre a situação dos barramentos e quais são os caminhos para a regularização”, afirma o geólogo Francisco Garcia, coordenador do Grupo de Trabalho.</p>
<p>O empreendedor é o responsável legal pela segurança das barragens, mas de acordo com a Lei nº 12.334/2010 que trata da Política Nacional de Segurança de Barragens, a responsabilidade em fiscalizar se divide entre quatro grupos, conforme a finalidade da estrutura: </p>
<p>a) Geração de energia: Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel)</p>
<p>b) Contenção de rejeitos minerais: Departamento Nacional de Produção Mineral</p>
<p>c) Contenção de rejeitos industriais: Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e órgãos ambientais estaduais</p>
<p>d) Usos múltiplos: Agência Nacional de Águas (ANA) ou órgãos gestores estaduais de recursos hídricos.</p>
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		<title>Paraná planeja série de mini-hidrelétricas como fonte alternativa de energia</title>
		<link>http://www.geocenterconsultoria.com.br/2019/07/17/parana-planeja-serie-de-mini-hidreletricas-como-fonte-alternativa-de-energia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laura Gross]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jul 2019 00:08:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De toda a energia elétrica gerada no Brasil, 60% é produzida por usinas hidrelétricas. Somando as termelétricas, esse porcentual chega a 85%, o que evidencia a dependência do país desses empreendimentos e a exploração ainda pequena de fontes alternativas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>De toda a energia elétrica gerada no Brasil, 60% é produzida por usinas hidrelétricas. Somando as termelétricas, esse porcentual chega a 85%, o que evidencia a dependência do país desses empreendimentos e a exploração ainda pequena de fontes alternativas. Existe, porém, um conjunto de hidrelétricas menores, que responde por apenas 3,5% da produção energética do país, mas desempenha um papel importante em cidades pequenas e comunidades isoladas. São as Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs) e Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH), que vêm crescendo no Paraná e devem dobrar sua produção nos próximos anos.</p>
<p>Segundo definição da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), PCHs são empreendimentos que têm, obrigatoriamente, entre 5 e 30 megawatts de potência e menos de 13 km² de reservatório. Já as CGHs são ainda menores, gerando até 5MW de energia. O último levantamento da agência indica um total de 704 CGHs e 425 PCHs em atividade no país, que, juntas, geram aproximadamente 6 mil MW de energia. Para efeito de comparação, a Usina de Itaipu sozinha tem um potencial de 7 mil MW.</p>
<p>Dos estados com maior quantidade de empreendimentos dessa natureza, o Paraná é o quinto colocado, atrás de Minas Gerais, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso. São 62 CGHs e 31 PCHs, responsáveis por gerar 372 MW, o equivalente a 1,9% da energia do estado. De acordo com os dados da Aneel, a expectativa é que esse potencial seja dobrado nos próximos anos com 21 PCHs a serem construídas, além de uma CGH que está na fase final de obras e vai abastecer o Parque Barigui, em Curitiba.</p>
<p>Parte desses novos empreendimentos aguarda aval da Assembleia Legislativa para ter sua obra iniciada. Como a operação de usinas e centrais hidrelétricas precisa ser regulamentada por lei, o governo do estado encaminhou recentemente o projeto que autoriza a construção de 14 CGHs e duas PCHs, todas com licenciamento ambiental já aprovado. Elas serão implantadas nas cidades de Palmeira, Cascavel, Honório Serpa, Clevelândia, Francisco Beltrão, Boa Ventura do São Roque, Pitanga, Santo Antônio do Sudoeste, Nova Tebas, Palmas, Tibagi, Rio Branco do Sul, Renascença, Toledo, Nova Aurora e Marechal Cândido Rondon.</p>
<p>O vice-presidente do Conselho Executivo da Associação Brasileira de PCHs e CGHs (Abrapch), Pedro Dias, explica que, dos projetos que aguardam aval do Legislativo, alguns são de barragens construídas há bastante tempo – algumas datam da década de 1960 – que agora serão reativadas. “Esses empreendimentos atendem, em geral, municípios mais pobres. É um bom momento para que sejam feitos esses investimentos, gerando renda, receitas e impostos”, afirma.</p>
<p>Promessa de menos burocracia por parte dos governos<br />
De acordo com a Abrapch, existem no Paraná aproximadamente 130 projetos de novas CGHs e PCHs, que aguardam os trâmites na Aneel ou a emissão das licenças ambientais. Um levantamento da associação indica que o tempo médio para liberação dos empreendimentos é de nove anos. “É um processo demorado e burocrático porque a legislação não separa o grande do pequeno empreendimento, exige as mesmas coisas quando o impacto das CGHs e PCHs é bem menor”, argumenta Dias.</p>
<p>Garantir maior celeridade nesses processos e na liberação dos empreendimentos é uma promessa dos governos federal e estadual. Na próxima semana, o Ministério das Minas e Energia inicia uma série de encontros estaduais para discutir a uniformização dos procedimentos para licenciamento ambiental das PCHs. No Paraná, o governo promete para este ano ainda a realização de concurso público para contratação de novos servidores para o Instituto Ambiental do Paraná (IAP), que deverão garantir maior agilidade aos processos de licenciamento.</p>
<p>Pedro Dias conta que a associação, que reúne cerca de 200 empresários do setor, tem participado de discussões com todos os segmentos envolvidos: governos, ambientalistas, Ministério Público e comunidades. “Temos promovido seminários para eleger os melhores lugares para ter PCHs e CGHs. Nosso objetivo é esclarecer a sociedade, para que a preservação ambiental e o crescimento econômico estejam juntos”, garante.</p>
<p>De acordo com o representante da Abrapch, os empreendimentos do setor geram aproximadamente 7 mil empregos, enquanto os projetos ainda não iniciados têm potencial para gerar até 130 mil. “Fazemos matas ciliares, recuperamos nascentes e recolhemos toneladas de lixo que é depositado nos rios. Nosso maior objetivo é manter a qualidade da água, pois se isso não ocorrer, não tem turbina boa”, justifica Dias, ao defender que o impacto ambiental das CGHs e PCHs é “mínimo”.</p>
<p>Fonte:Gazeta do Povo</p>
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		<title>ONU lança desafio nas redes sociais e site especial para Dia Mundial do Meio Ambiente</title>
		<link>http://www.geocenterconsultoria.com.br/2019/05/30/onu-lanca-desafio-nas-redes-sociais-e-site-especial-para-dia-mundial-do-meio-ambiente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laura Gross]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 May 2019 01:39:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O objetivo é chamar a atenção para este problema evitável, mas que demanda ações urgentes e imediatas</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado em 5 de junho, é a principal data das Nações Unidas para sensibilizar e encorajar ações no mundo todo em prol da proteção ambiental. Tendo “poluição do ar” como tema deste ano, a ONU Meio Ambiente lança um site especial, um mapa interativo de eventos e um desafio digital de comprometimento. O objetivo é chamar a atenção para este problema evitável, mas que demanda ações urgentes e imediatas.</p>
<p>Nove em cada dez pessoas no mundo estão expostas a altos níveis de poluição do ar, o que excede os números considerados seguros pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Este tipo de poluição causa uma série de problemas, afetando não apenas a saúde humana, mas também o crescimento econômico – custa à economia global 5 trilhões de dólares por ano.</p>
<p>Principalmente nas cidades, as emissões nocivas são um fator de risco para doenças crônicas não transmissíveis, provocando quase um quarto (24%) das mortes por doenças cardíacas, 25% dos óbitos por acidentes vasculares cerebrais (AVCs), 43% por doença pulmonar obstrutiva crônica e 29% por câncer de pulmão. Muitos poluentes atmosféricos também intensificam o aquecimento global.</p>
<p>Plataforma traz história do Dia do Meio Ambiente<br />
Com o objetivo de reunir esforços coletivos em torno do tema e combater a poluição do ar no Brasil, a ONU Meio Ambiente lançou pela primeira vez um site em português. A plataforma traz uma linha do tempo com a história do Dia Mundial do Meio Ambiente, fala sobre o país anfitrião da data, que este ano é a China, apresenta dados sobre poluição do ar, oferece um teste de conhecimento e reúne publicações e uma série de reportagens.</p>
<p>Além de conteúdo informativo, o site também disponibiliza guias práticos com ideias e soluções para a poluição do ar, de modo que cada governo, cidade, escola e universidade, organização da sociedade civil, empresa e indivíduo possa se inspirar e escolher como quer agir para melhorar a qualidade do ar.</p>
<p>A plataforma também oferece um mapa interativo e atualizado em tempo real para registrar eventos. Nele, qualquer atividade pode ser cadastrada, desde um mega evento promovido pelo governo municipal, uma ação nas escolas envolvendo educadores e estudantes, um dia sem carro para engajar funcionários de uma empresa até mesmo uma bicicletada de cinco amigos em prol de um ar mais limpo.</p>
<p>A iniciativa visa unir esforços para combater a poluição do ar, conectando cidadãos e outras partes interessadas. Ao registrar uma atividade, ela ganha visibilidade global e passa a integrar a agenda de ações da ONU para o Dia Mundial do Meio Ambiente. Os organizadores também terão direito a um certificado de liderança da data, emitido pela Organização. O mapa interativo possibilitará que cada cidadão ou parte interessada descubra onde estão os eventos mais próximos.</p>
<p><strong>Desafio da Máscara</strong><br />
A ONU Meio Ambiente também desafia cada cidadão a postar fotos e vídeos nas redes sociais, cobrindo o rosto e a boca, para pedir aos líderes e governos ações por um ar mais limpo. Vale utilizar lenços, máscaras de ar ou outras expressões simbólicas e criativas que remetam à poluição do ar.</p>
<p>O Desafio da Máscara terá duas etapas. Do dia 24 de maio ao dia 4 de junho, usuários de Instagram, Twitter e Facebook são convidados a tirar uma foto ou postar um vídeo cobrindo a boca e o nariz, e assumir um compromisso para reduzir a poluição do ar, marcando três pessoas, organizações ou empresas a fazerem o mesmo.</p>
<p>Já no dia 5 de junho, as mesmas pessoas devem tirar uma foto ou fazer um vídeo registrando o compromisso assumido e postar nas suas redes. Para participar, é importante usar as hashtags #DiaMundialDoMeioAmbiente e #CombataAPoluiçãoDoAr nas publicações e lembrar de marcar a @ONUMeioAmbiente (Facebook e Twitter) ou @onu_meio_ambiente (Instagram).</p>
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		<title>Vistoria de barragens no Estado tem primeiro relatório finalizado</title>
		<link>http://www.geocenterconsultoria.com.br/2019/04/23/vistoria-de-barragens-no-estado-tem-primeiro-relatorio-finalizado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laura Gross]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2019 23:22:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Primeira etapa do trabalho consistiu em nomear cada barragem de acordo com a bacia hidrográfica em que estão localizadas e o nível de prioridade de vistoria.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Foi finalizado o primeiro<a href="https://www.estado.rs.gov.br/upload/arquivos//relatorio-inicial-seguranca-de-barragens.pdf"> relatório com o detalhamento de 13 vistorias em barragens no Estado</a>. Por solicitação do governador Eduardo Leite, a Secretaria do Meio Ambiente e Infraestrutura (Sema) criou um grupo de trabalho (GT) de Segurança de Barragens. Vistoriar a situação dessas estruturas é o foco do GT.</p>
<p>No documento, entregue ao secretário Artur Lemos Júnior em 17 de abril, os técnicos explicam que a primeira etapa do trabalho consistiu em nomear cada barragem de acordo com a bacia hidrográfica em que estão localizadas e o nível de prioridade de vistoria.</p>
<p>As visitas técnicas foram definidas pela proximidade de localização das barragens, sendo que a previsão é finalizar inicialmente as vistorias das 33 barragens com Dano Potencial Associado Alto no nível 1, para depois iniciar as vistorias das 61 barragens de nível 2 e as 323 de nível 3.</p>
<figure id="attachment_685" aria-describedby="caption-attachment-685" style="width: 800px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" fetchpriority="high" class="size-full wp-image-685" src="http://www.geocenterconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2019/04/18171609_1643582_GDO.jpg" alt="" width="800" height="560" srcset="http://www.geocenterconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2019/04/18171609_1643582_GDO.jpg 800w, http://www.geocenterconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2019/04/18171609_1643582_GDO-300x210.jpg 300w, http://www.geocenterconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2019/04/18171609_1643582_GDO-768x538.jpg 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-685" class="wp-caption-text">Sinalização em vermelho indica barragens que exigem nível de atenção maior e são as primeiras verificadas &#8211; Foto: Reprodução / Sema</figcaption></figure>
<p>Ao concluir cada uma das vistorias, os técnicos do Departamento de Recursos Hídricos e Saneamento da Sema preenchem a ficha de inspeção digital, com as informações levantadas no campo e que são encaminhadas para a Agência Nacional de Águas (ANA).</p>
<p>Também elaboram o relatório da vistoria, que é enviado ao empreendedor responsável pela barragem dando ciência de possíveis anomalias encontradas e exigindo prioridades de ação por parte do responsável. Por último, fazem a atualização da base cadastral das barragens no sistema da secretaria.</p>
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		<item>
		<title>Rio Grande do Sul triplica uso de energia solar em residências, comércios e indústrias</title>
		<link>http://www.geocenterconsultoria.com.br/2019/04/23/rio-grande-do-sul-triplica-uso-de-energia-solar-em-residencias-comercios-e-industrias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laura Gross]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2019 22:58:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Estado conta atualmente com 8.479 unidades consumidoras com geração distribuída</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O uso de energia solar no Rio Grande do Sul tem aumentado ano a ano. Somente em 2018, o número de consumidores com sistemas fotovoltaicos triplicou em comparação com o ano anterior. O Estado conta atualmente com 8.479 unidades consumidoras com geração distribuída, segundo dados atualizados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).</p>
<p>Desta forma, o Rio Grande do Sul ocupa a terceira posição no ranking nacional dos estados com maior volume de sistemas em operação em residências, comércios e indústrias.</p>
<p>Os primeiros lugares são ocupados por Minas Gerais (12.464) e São Paulo (10.728). Entretanto, quando se considera a potência instalada nas usinas, o território gaúcho passa São Paulo, ficando em segundo lugar. No ranking municipal, o destaque fica por conta da cidade de Santa Cruz do Sul, que está em 7º lugar no País em potência para geração de energia solar.</p>
<p>A redução no custo do equipamento e na mão de obra para a instalação, bem como os constantes reajustes nas tarifas de energia elétrica, são alguns dos fatores que contribuíram para o aumento da instalação de geradores solares na região.</p>
<p>Outro fator de sucesso são os financiamentos mais acessíveis para instalar os sistemas de geração de energia solar, possibilitando com que o cliente pague a parcela do empréstimo com o que economiza na conta de luz do mês.</p>
<p>Apesar dos números positivos, este crescimento deve enfrentar algumas mudanças. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) abriu uma consulta pública para discutir alterações nas regras da mini e microgeração de energia solar.</p>
<p>Atualmente, o consumidor tem 60 meses para usar a energia solar excedente que produz e pode compensar, inclusive, na conta de luz de outro imóvel em seu nome. A proposta da Aneel prevê a manutenção do modelo atual até que a geração atinja determinado patamar nas áreas de concessão, reduzindo depois a compensação. De todo modo, diretores da agência reguladora têm afirmado que qualquer mudança na regra valerá somente para as novas conexões.</p>
<p><em>Fonte: Portal Solar</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Especialistas defendem criação de pequenas usinas hidrelétricas</title>
		<link>http://www.geocenterconsultoria.com.br/2019/04/23/especialistas-defendem-criacao-de-pequenas-usinas-hidreletricas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laura Gross]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2019 22:52:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.geocenterconsultoria.com.br/?p=677</guid>

					<description><![CDATA[<p>Eles lamentaram o avanço da produção de energia a partir de fontes não-renováveis, como petróleo e gás, que são caras e poluentes.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil deve apoiar o desenvolvimento de pequenas e médias centrais de energia hidrelétrica? Para os participantes da audiência pública na quarta-feira,  3 de abril, na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT), há necessidade de mais apoio para esse modelo de geração de energia. Eles lamentaram o avanço da produção de energia a partir de fontes não-renováveis, como petróleo e gás, que são caras e poluentes.</p>
<p><iframe width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/IA_EaepdHFY?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe></p>
<p><em>Informações: Senado</em></p>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Minas e Energia divulga leilões de energia elétrica até 2021</title>
		<link>http://www.geocenterconsultoria.com.br/2019/03/07/minas-e-energia-divulga-leiloes-de-energia-eletrica-ate-2021/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laura Gross]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Mar 2019 00:13:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.geocenterconsultoria.com.br/?p=673</guid>

					<description><![CDATA[<p>Para compra de energia nova, estão previstos os seguintes leilões: em 2019, leilão A-4 em 27 de junho e leilão A-6 em 26 de setembro</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.geocenterconsultoria.com.br/2019/03/07/minas-e-energia-divulga-leiloes-de-energia-eletrica-ate-2021/">Minas e Energia divulga leilões de energia elétrica até 2021</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.geocenterconsultoria.com.br">Geocenter Consultoria</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério de Minas e Energia (MME) divulgou no Diário Oficial da União (DOU), as portarias de número 151 e 152, publicadas na seção 1, com o calendário de leilões de compra de energia elétrica de novos empreendimentos e de geração existente que serão realizados neste e nos próximos dois anos, no período de 2019 a 2021.</p>
<p>Para compra de energia nova, estão previstos os seguintes leilões: em 2019, leilão A-4 em 27 de junho e leilão A-6 em 26 de setembro.</p>
<p>Em 2020, devem ser promovidos o leilão A-4 em 23 de abril e leilão A-6 em 24 de setembro. Para em 2021, estão previstos o leilão A-4 em 29 de abril e leilão A-6 em 30 de setembro.</p>
<p>Para a contratação de energia de geração já existente, o cronograma estimado prevê: em 2019, leilões A-1 e A-2 em 6 de dezembro.</p>
<p>Em 2020, as previsões são para os leilões A-1 e A-2 em 4 de dezembro; e 2021, leilões A-1 e A-2 em 3 de dezembro.</p>
<p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.geocenterconsultoria.com.br/2019/03/07/minas-e-energia-divulga-leiloes-de-energia-eletrica-ate-2021/">Minas e Energia divulga leilões de energia elétrica até 2021</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.geocenterconsultoria.com.br">Geocenter Consultoria</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>13ª Campanha de Monitoramento de Fauna Silvestre da PCH Cazuza Ferreira</title>
		<link>http://www.geocenterconsultoria.com.br/2019/03/07/13a-campanha-de-monitoramento-de-fauna-silvestre-da-pch-cazuza-ferreira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laura Gross]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Mar 2019 00:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.geocenterconsultoria.com.br/?p=670</guid>

					<description><![CDATA[<p>Nesta última campanha foi encontrada uma espécie que não havia sido registrada em nenhuma das 12 campanhas anteriores, o Tapicuru</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre os dias 19, 20 e 21 de fevereiro de 2019 foi realizada a 13ª Campanha de Monitoramento de Fauna Silvestre da PCH Cazuza Ferreira. A empresa responsável por realizar a cada três meses essa atividade é a GeoCenter, uma empresa de consultoria ambiental que ajuda a enriquecer o banco de dados não só da PCH Cazuza mas também da região.</p>
<p>Nesta última campanha foi encontrada uma espécie que não havia sido registrada em nenhuma das 12 campanhas anteriores, o Tapicuru (Phimosus infuscatus), ave geralmente encontrada em bandos de tamanho pequeno a moderado e que pode ser observada frequentemente em arrozais, campos alagados, beiras de banhados e áreas com águas rasas.</p>
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			</item>
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		<title>Campanha de Ictiofauna na CGH Boa Vista</title>
		<link>http://www.geocenterconsultoria.com.br/2019/03/07/campanha-de-ictiofauna-na-cgh-boa-vista/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laura Gross]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Mar 2019 23:54:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.geocenterconsultoria.com.br/?p=667</guid>

					<description><![CDATA[<p>A consultoria ambiental feita pela Geocenter ajuda a enriquecer o banco de dados da CGH e da região </p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias 29 e 30 de janeiro de 2019 foi realizada mais uma Campanha de Ictiofauna na CGH Boa Vista. Essas campanhas são realizadas desde janeiro de 2018 para que se tenha um controle da variedade de espécies e indivíduos presentes no Arroio Boa Vista. A empresa responsável por realizar a anualmente essa atividade é a GeoCenter, uma consultoria ambiental que ajuda a enriquecer o banco de dados da CGH e da região.</p>
<p>Na última campanha realizada a espécie mais encontrada foi a do Lambari-de-rabo-amarelo (<em>Astyanax eigenmanniorium</em>), com 8 indivíduos. Também foram registradas espécies como Cará (<em>Geophagus brasiliensis</em>), Violinha (<em>Rinecolaria strigilata</em>), Joana (<em>Crenicichla punctata</em>), entre outras.</p>
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		<title>Saiba como funciona o turismo em usinas hidrelétricas no Brasil</title>
		<link>http://www.geocenterconsultoria.com.br/2019/02/19/saiba-como-funciona-o-turismo-em-usinas-hidreletricas-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laura Gross]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Feb 2019 01:03:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.geocenterconsultoria.com.br/?p=662</guid>

					<description><![CDATA[<p>O uso das usinas para turismo é antigo, apesar de ser regulado por uma lei escrita há apenas duas décadas</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há alguns anos, a Usina de Itaipu, no Paraná, na fronteira entre Brasil e Paraguai, apareceu na quarta colocação da lista dos pontos turísticos mais bem avaliados no Brasil do site TripAdvisor. </p>
<p>Ela ficou atrás apenas do Cristo Redentor e do Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro, e da Catedral Metropolitana, no Distrito Federal – e à frente de locais como a Igreja de São Francisco, em Salvador, e o Teatro Amazonas, em Manaus. Nos últimos anos, as companhias passaram a colocar passagens aéreas em promoção para Foz do Iguaçu apostando no sucesso da usina.</p>
<p>O uso das usinas para turismo é antigo, apesar de ser regulado por uma lei escrita há apenas duas décadas: em 1997, a Lei Federal Nº 9.433 de 1997 criou a Política Nacional dos Recursos Hídricos, instituindo os usos múltiplos dos dispositivos, garantindo, desta forma, o direito à igualdade para a utilização das águas a todos os setores e deixando claro que os &#8220;usos múltiplos&#8221; incluíam o turismo e outras atividades, como a pesca. Naquele ano, porém, frequentar usinas era parte do cotidiano de muitas pessoas.</p>
<p>Em 1977, por exemplo, a Eletrobras publicou um relatório sobre 89 grandes represas do país, estimando &#8220;que, entre 14 possíveis usos das águas represadas para a geração hidrelétrica, os cinco primeiros tinham relação com a recreação: pesca amadora (97,8%), acampamentos (93,3%), caça (80,9%), esportes aquáticos (75,35%) e turismo organizado (63,9%)&#8221;. </p>
<p>A infraestrutura turística naquela época já incluía praias fluviais, pesca amadora, estrutura para prática de esportes náuticos e aquáticos e unidades de conservação nos arredores das represas que ofereciam diversas opções de lazer, como trilhas ecológicas e esportes radicais. </p>
<p>O Lago de Furnas, em Minas Gerais, é o exemplo mais acabado: ali existe o &#8220;Circuito turístico Lago de Furnas&#8221;, que passa por 12 municípios com diversas opções para turismo e lazer. Furnas foi o primeiro reservatório a ter um plano de uso recreativo, em 1975. </p>
<p>Apesar disso, há alguns conflitos entre o turismo e a geração de energia elétrica. Quando criadas, as hidrelétricas fixaram em contratos de operação e concessão para operação os limites mínimos e máximos da vazão de água – tanto a jusante como a montante. Baseado nesses parâmetros de vazões, as empresas têm a possibilidade de operar com níveis variados, mas essa oscilação interfere nas atividades turísticas, em especial nos locais que possuem praias fluviais nas margens dos lagos.</p>
<p>Um exemplo desse conflito ocorre nas praias localizadas acima da barragem da Hidrelétrica Serra da Mesa no rio Tocantins: conforme a necessidade de geração de energia elétrica e volume do reservatório, o nível da água pode ficar muito baixo, impedindo o uso das praias. Outro exemplo é dado pelo complexo de Paulo Afonso, nas usinas I, II, III e IV, localizadas no rio São Francisco nos reservatórios de Sobradinho e Xingó. Devido a geração de energia elétrica a Cachoeira de Paulo Afonso, conhecida como a cascata mais alta do mundo, com 82 metros de profundidade, deixa de existir<br />
temporariamente. Esta queda d’água é ligada e desligada de acordo com as necessidades do volume de água para a geração de energia. </p>
<p>Os conflitos entre turismo e usinas se estendem pela América do Sul: na Bolívia, o renomado Parque Nacional Madidi, em La Paz, que ficou famoso mundialmente por aparecer na capa da revista estadunidense National Geographic em 2000, voltou a chamar a atenção internacional por causa do plano do governo local de construir uma grande hidrelétrica no rio Beni, próxima a Rurrenabaque, na região conhecida como San Miguel del Bala. Mesmo com manifestações contrárias dentro do país e no exterior, o Ministério de Energias do país afirmou que a construção irá acontecer nos próximos anos, meses depois de afirmar que tudo não passava de &#8220;estudos&#8221; prévios para saber se havia viabilidade no projeto.</p>
<p>O plano prevê uma parceria entre o governo da Bolívia e a empresa italiana Geodata que, no total, gastaria US$ 6,3 milhões para produzir energia suficiente não apenas ao consumo dos departamentos de La Paz, mas também para exportar ao Brasil, um dos principais parceiros econômicos do país. </p>
<p>Na Bolívia, a ideia gerou conflitos entre os setores indígenas e o Estado, revivendo um duelo que marcou a história recente do país. Recentemente, nativos de 17 comunidades que vivem dentro do parque promoveram uma grande manifestação nas margens do Rio Beni, em Rurrenabaque, exigindo a retirada das máquinas e dos pesquisadores da Geodata dos locais onde os estudos estavam sendo realizados. &#8220;Inundar a região será como deixar La Paz e El Alto embaixo d’água&#8221;, afirmou um dos indígenas. </p>
<p>A imprensa e a sociedade civil boliviana também parecem alinhadas com relação ao projeto da hidrelétrica – chamada no país de &#8220;El Bala&#8221;. Em 2017, o renomado fotógrafo Sérgio Ballivián, que trabalhou na revista estadunidense National Geographic, lançou o livro Madidi: un futuro incierto, em que alerta para a necessidade de preservar a região pelo bem do clima mundial.</p>
<p>A Usina de Itaipu difere das outras por vários motivos: o primeiro é sua localização geográfica, na fronteira entre três países da América do Sul e próxima às Cataratas do Iguaçu, um dos principais pontos turísticos do continente. O segundo é que ela é reconhecida como uma das maiores obras da engenharia moderna, sendo a maior usina hidrelétrica em produção do mundo, e durante muito tempo, também foi a maior em tamanho. &#8220;Uma construção monumental que hoje é um dos principais pontos turísticos de Foz do Iguaçu, com um atendimento turístico organizado e um serviço qualificado, que conta com várias opções de atrações tanto nas áreas da engenharia, como na tecnologia, na natureza e no resgate histórico da região&#8221;, diz a página turística do local. </p>
<p>Há vários passeios pela usina &#8220;brasiguaia&#8221;: a mais tradicional chama-se a Visita Panorâmica, em que os visitantes são levados de ônibus para dois mirantes de observação, que permitem diferentes pontos de vista da construção, além de conhecerem a barragem que dá outra vista espetacular para o Lago de Itaipu. Além desta, há o Circuito Especial, a Iluminação da Barragem, o Refúgio Biológico, o Ecomuseu e o Polo Astronômico. Cada passeio tem as suas tarifas e horários diferenciados, que podem ser acessados pelo site oficial.</p>
<p>Fonte: Bonde.com.br</p>
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		<title>ANEEL inicia a fiscalização de barragens de 142 usinas</title>
		<link>http://www.geocenterconsultoria.com.br/2019/02/19/aneel-inicia-a-fiscalizacao-de-barragens-de-142-usinas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laura Gross]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Feb 2019 00:56:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.geocenterconsultoria.com.br/?p=659</guid>

					<description><![CDATA[<p>Depois dessa primeira etapa, a Agência estenderá, entre maio e o fim de dezembro, a inspeção presencial a todas as barragens de hidrelétricas classificadas como “Dano Potencial Alto”, até totalizar 335 empreendimentos vistoriados no ano</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ANEEL – Agência Nacional de Energia Elétrica &#8211; iniciou uma força-tarefa para fiscalizar in loco as barragens de 142 usinas hidrelétricas até maio, em 18 Estados, além do Distrito Federal. Depois dessa primeira etapa, a Agência estenderá, entre maio e o fim de dezembro, a inspeção presencial a todas as barragens de hidrelétricas classificadas como “Dano Potencial Alto”, até totalizar 335 empreendimentos vistoriados no ano. O “Dano Potencial Alto” é uma classificação que diz respeito à área afetada pela usina – se é densamente povoada, por exemplo – e não às suas condições estruturais.</p>
<p>A fiscalização da Agência caracteriza as barragens por dois critérios: dano potencial alto e risco. Além das vistorias presenciais, em cumprimento às deliberações da Resolução do Conselho Ministerial de Supervisão de Respostas a Desastres, a ANEEL está determinando a todas as usinas que fiscaliza, inclusive as que são avaliadas como de menor risco, a atualização dos Planos de Segurança de Barragens e do Plano de Ação Emergencial. Nesse caso, para reforçar o comprometimento com as informações apresentadas, a ANEEL passou a exigir que os documentos sejam assinados não somente pelo responsável técnico, como também pelo presidente da empresa.</p>
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		<title>Estado mantém controle permanentemente de suas barragens</title>
		<link>http://www.geocenterconsultoria.com.br/2019/01/31/estado-mantem-controle-permanentemente-de-suas-barragens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laura Gross]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Jan 2019 23:28:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As barragens existentes no RS têm como principais usos a irrigação e oferecer água aos animais. O estado não possui barragens de rejeitos do tipo ou porte similares à de propriedade da mineradora Vale, em Brumadinho, cujo desastre liberou 13 milhões de metros cúbicos de rejeitos.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O rompimento de uma barragem, nessa sexta-feira, em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais, deixou o Brasil em alerta. A tragédia, que até o final da tarde desta quinta-feira (31) já deixa 110 mortos, trouxe à tona o debate em torno das regras de licenciamento ambiental e fiscalização das barragens em todo o país.</p>
<p>As barragens existentes no Rio Grande do Sul têm como principais usos a irrigação e oferecer água aos animais. O estado não possui barragens de rejeitos do tipo ou porte similares à de propriedade da mineradora Vale, em Brumadinho, cujo desastre liberou 13 milhões de metros cúbicos de rejeitos. De acordo com o secretário do Meio Ambiente e Infraestrutura, Artur Lemos Júnior, há dois reservatórios no estado que merecem atenção: Capané, em Cachoeira do Sul, e Santa Bárbara, em Pelotas. Ambas constam no relatório da Agência Nacional de Água (ANA), divulgado em novembro de 2018, por apresentar riscos.</p>
<p>Com relação à barragem Santa Bárbara, de propriedade Serviço Autônomo de Abastecimento de Água de Pelotas (Sanep), Lemos Júnior conversou com o presidente da empresa, Alexandre Garcia, que informou ao secretário que estão sendo feitas as intervenções necessárias para corrigir os problemas apontados no relatório. Além disso, o Departamento de Recursos Hídricos da Semai capacitou os agentes do Sanep.</p>
<p>Além disso, o Estado implanta o Sistema de Outorga de Água do Rio Grande do Sul (SIOUT-RS), que terá convergência com os dados das barragens e o Sistema Online de Licenciamento (SOL), que também contempla os dados dos novos barramentos licenciados. A Semai também promoveu oito cursos sobre inspeção visual em barragens de terra, capacitando cerca de 400 profissionais em todo estado.</p>
<p>A Semai tem continuado o trabalho efetivado e vai intensificar as atuações e políticas públicas na gestão das barragens existentes no Rio Grande do Sul. Mantém contato permanente com a ANA, enviando informações que permitem identificar quais reservatórios estão em situação de atenção.</p>
<p><em><strong>Fonte: Governo RS</strong></em></p>
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		<item>
		<title>Projetos de PCHs chegam a R$ 5 bilhões no Rio Grande do Sul</title>
		<link>http://www.geocenterconsultoria.com.br/2019/01/14/648/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laura Gross]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jan 2019 23:48:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://www.geocenterconsultoria.com.br/?p=648</guid>

					<description><![CDATA[<p>São, ao todo, 122 projetos em diferentes fases de desenvolvimento, que podem aumentar a capacidade de geração no Estado em 600 MW (cerca de 15% da demanda média gaúcha)</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de R$ 5 bilhões em investimentos em Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs) estão em andamento no Rio Grande do Sul. São, ao todo, 122 projetos em diferentes fases de desenvolvimento, que podem aumentar a capacidade de geração no Estado em 600 MW (cerca de 15% da demanda média gaúcha). Destas usinas, nove já estão em construção. E, as demais, têm boas notícias para que também saiam do papel, com promessa de maior agilidade nos licenciamentos e linhas de financiamento.</p>
<p>&#8220;Esse ano foi muito importante, de muitas conquistas para o setor&#8221;, comenta o coordenador do Comitê de Monitoramento à Implantação do Programa Gaúcho de Incentivo às Pequenas Centrais Hidrelétricas (Compech), Paulo Sérgio da Silva. Entidades ligadas ao segmento estiveram reunidas na Capital nessa quinta-feira para a 3ª edição do seminário O potencial das centrais hidrelétricas.</p>
<p>O executivo classifica como principal medida a Resolução do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema) nº 388/2018, publicada no fim de novembro, que disciplinou os critérios de licenciamento para os empreendimentos. A resolução trouxe ainda outra novidade para as CGHs, que são as usinas que geram até 5 MW (as PCHs, por sua vez, têm entre 5 MW e 30 MW de potência). A principal foi a unificação das licenças prévia e de instalação em um só processo, agilizando a análise dos empreendimentos. &#8220;Agora, pretendemos que a licença de uma CGH leve em torno de três meses&#8221;, comenta Silva.</p>
<p>O coordenador ainda classifica o investimento nas pequenas usinas como &#8220;democrático&#8221;, pois os projetos em andamento englobam 50 municípios gaúchos. Atualmente, segundo Silva, já existem em torno de uma centena de hidrelétricas dessa escala no Estado.</p>
<p>O ano também foi marcado por linhas de crédito, como a recém-anunciada pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) na ordem de 80 milhões de euros, captada junto ao Banco Europeu de Investimento. Desse montante, 50 milhões de euros serão destinados exclusivamente a PCHs. Outra novidade, lançada durante o evento na Capital, foi a Frente Parlamentar de Apoio às PCHs na Assembleia Legislativa, que será presidida pelo deputado Ernani Polo (PP).</p>
<p><em>Fonte: Jornal do Comércio</em></p>
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		<item>
		<title>5 produtos do cotidiano que são uma ameaça ao meio ambiente</title>
		<link>http://www.geocenterconsultoria.com.br/2019/01/14/5-produtos-do-cotidiano-que-sao-uma-ameaca-ao-meio-ambiente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laura Gross]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jan 2019 23:42:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A produção de abacates em massa, por exemplo, pode ser responsável por secas em algumas áreas</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Palau se tornou o primeiro país a proibir o uso de protetores solares para proteger seus vulneráveis ​​recifes de coral. Para muitos consumidores, os efeitos nocivos do produto talvez sejam uma novidade.</p>
<p>Mas pesquisadores acreditam que os 10 ingredientes químicos encontrados na composição dele são altamente tóxicos para a vida marinha e podem tornar os corais mais suscetíveis à descoloração. O <strong>protetor solar</strong>, porém, está longe de ser o único produto do cotidiano com impactos negativos sobre o meio ambiente.</p>
<p>A seguir, confira outros cinco, que poderão lhe surpreender. Alguns deles, com riscos inclusive à saúde:</p>
<p><strong>As pílulas anticoncepcionais</strong><br />
Um estudo realizado em 2016 na Suécia encontrou evidências de uma desvantagem incomum nas pílulas anticoncepcionais.</p>
<p>Lina Nikoleris, autora do estudo, descobriu que o hormônio etinilestadiol (EE2), uma versão sintética do estrogênio encontrado em algumas pílulas, estava mudando o comportamento e a genética de alguns peixes.</p>
<p>Quando liberado na água como um resíduo, o EE2 demonstrou ser a causa de mudanças no equilíbrio genético de peixes como o salmão e a truta, que têm mais receptores de estrogênio que os humanos. O estudo também identificou que esse hormônio torna mais difícil para os peixes capturar alimentos. &#8220;Estudos anteriores mostraram que os peixes também desenvolvem problemas para procriar&#8221;, disse Nikoleris.</p>
<p>&#8220;Isso pode levar à extinção de toda uma população de peixes, assim como a outras consequências para ecossistemas inteiros.&#8221;</p>
<p><strong>Abacates</strong><br />
Também há más notícias para os amantes do abacate. Este alimento também é prejudicial ao meio ambiente.</p>
<p>A organização holandesa Water Footprint Network, que faz campanha pelo uso mais eficiente da água, calculou que, para cultivar um único abacate, são necessários cerca de 272 litros de água. Os efeitos disso são devastadores para as regiões onde a fruta é cultivada.</p>
<p>Em 2011, uma investigação conduzida pelas autoridades de água no Chile encontrou pelo menos 65 plantações de abacate que desviam ilegalmente rios e outras fontes de água para irrigação.</p>
<p>Há quem culpe esses esses agricultores por uma forte seca que atingiu a região e forçou moradores a escolherem entre usar a água para beber ou tomar banho.</p>
<p><strong>Abacaxis</strong><br />
Outro alimento popular também engrossa a lista dos que impactam o meio ambiente: o abacaxi. A chamada &#8220;rainha das frutas&#8221; é cultivada a um ritmo que em algumas partes do mundo está afetando negativamente o planeta.</p>
<p>Na Costa Rica, um dos maiores produtores mundiais de abacaxis, milhares de hectares de florestas foram desmatados para dar lugar a essas frutas.</p>
<p>A Federação de Conservação da Costa Rica diz que florestas inteiras desapareceram da noite para o dia, causando danos irreversíveis.</p>
<p>Os abacaxis são produzidos em grandes monoculturas &#8211; a produção intensiva de um único cultivo &#8211; e exigem uma grande quantidade de pesticidas, que também podem ser prejudiciais ao meio ambiente.</p>
<p><strong>Xampus</strong><br />
O óleo de palma é um dos óleos vegetais mais eficientes e versáteis do planeta, mas seu uso generalizado levou a um desmatamento expressivo. Em um relatório de 2018, o grupo de conservação WWF alertou que a transformação de florestas tropicais e turfeiras em plantações de óleo de palma liberou &#8220;enormes quantidades de dióxido de carbono, alimentando mudanças climáticas e destruindo o habitat de espécies como os orangotangos&#8221;.</p>
<p>Enquanto muitos estão cientes da presença de óleo de palma em produtos comestíveis, como chocolate, margarina, sorvete, pão e biscoitos, menos gente conhece o seu papel em diversos produtos para o lar.</p>
<p>No xampu, por exemplo, o óleo de palma é usado como uma forma de condicionador. O mesmo óleo é encontrado em produtos como batons, detergentes para a roupa, sabonetes e pastas de dente.</p>
<p><strong>Aromatizantes</strong><br />
Não é apenas com a poluição do ar que as pessoas devem tomar cuidado. A má qualidade do ar dentro de casa, causada por produtos domésticos do dia-a-dia, como os aromatizantes, é tão ou mais preocupante.</p>
<p>Os aromatizantes muitas vezes contêm uma substância química chamada limoneno, comumente usada para dar um perfume cítrico ao ambiente, e também é usado em alimentos. Não é o fato de conter um produto químico, por si só, que faz dele um grande perigo para a saúde. Mas uma vez liberado no ar ele pode se tornar um problema.</p>
<p>Um experimento realizado pela BBC identificou que quando o limoneno reage com o ozônio presente no ar, produz formaldeído &#8211; um dos produtos químicos de uso atual mais comuns e cercados de riscos.</p>
<p>De acordo com informações publicadas pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo, a exposição a altas concentrações desse produto pode causar falta de ar, salivação excessiva, espasmos musculares, coma e eventualmente a morte. O formaldeído também é considerado cancerígeno para humanos.</p>
<p><em>Fonte: BBC NEWS</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ministério do Meio Ambiente oferece oito cursos a distância</title>
		<link>http://www.geocenterconsultoria.com.br/2019/01/14/ministerio-oferece-oito-cursos-a-distancia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Laura Gross]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jan 2019 23:25:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Inscrições, abertas ao público em geral, podem ser feitas até dia 16. Entre os temas, estão água, unidades de conservação e produção e consumo sustentáveis.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério do Meio Ambiente (MMA) está com <a href="http://ead.mma.gov.br/">inscrições abertas para oito cursos de educação a distância</a> (Ead). Os cursos são autoinstrucionais (sem tutoria) e estão abertos ao público geral.</p>
<p>Entre os temas abordados, estão água, unidades de conservação, produção e consumo sustentáveis, resíduos sólidos e educação ambiental.</p>
<p>As inscrições podem ser feitas até o dia 16 dentro do ambiente virtual de aprendizagem do MMA. Os interessados que ainda não possuem login, devem fazer cadastro, preenchendo algumas informações no próprio ambiente virtual.</p>
<p>Feito o login, a pessoa pode se inscrever em um ou mais cursos de sua preferência. É importante ficar atento ao prazo, pois a efetivação da inscrição está condicionada ao número de vagas – duas mil para todos os cursos.</p>
<p>Todo o conteúdo dos cursos é livre para uso público e está disponível para que instituições parceiras possam, caso queiram, oferecê-lo em suas próprias plataformas Moodle.</p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-641" src="http://www.geocenterconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2019/01/Tabela-EAD_copy.png" alt="" width="1028" height="1066" srcset="http://www.geocenterconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2019/01/Tabela-EAD_copy.png 1028w, http://www.geocenterconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2019/01/Tabela-EAD_copy-289x300.png 289w, http://www.geocenterconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2019/01/Tabela-EAD_copy-768x796.png 768w, http://www.geocenterconsultoria.com.br/wp-content/uploads/2019/01/Tabela-EAD_copy-987x1024.png 987w" sizes="(max-width: 1028px) 100vw, 1028px" /></p>
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